quinta-feira, 12 de novembro de 2009

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Hoje, Eurovision (Teatro Praga) - Castelo Branco

21h45 Auditório do IPJ - Festival Contradança 2009 (ASTA)



Produção Teatro Praga, com texto de Pedro Penim, André e. Teodósio e Martim Pedroso, interpretação de Pedro Penim e José Nunes.

http://teatropraga.blogspot.com/
http://www.astateatro.blogspot.com
http://cultura.sapo.pt/detalhe_evento.aspx?id=72700

sábado, 25 de julho de 2009

terça-feira, 21 de julho de 2009

Geopolítica do Caos




Como colocar em ordem um mundo que está a explodir por todos os lados? Um mundo despolitizado e desenraizado, onde a economia e os media governam e os políticos administram? Com que instrumentos intelectuais será possível entendê-lo, se o vemos na sua instantaneidade e é na sua instantaneidade que mais se nos escapa o seu significado.
Geopolítica do Caos, título retirado do livro homónimo de Ignacio Ramonet, é uma reflexão sobre o contexto actual da política internacional em formato performativo, que alia a pertinência de algumas questões político-filosóficas da geopolítica com o youtube, os videoclips, o teatro, as artes ou o cinema.

CRIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO
CÁTIA PINHEIRO E JOSÉ NUNES

DESENHO DE LUZ
JOSÉ ÁLVARO CORREIA

COORDENAÇÃO TÉCNICA
FRANCISCO TAVARES TELES

VÍDEO
NOËLLE GEORG

CONSULTORIA CENOGRÁFICA
NUNO SILVA

PRODUÇÃO EXECUTIVA
JOANA DILÃO

CO-PRODUÇÃO
TNDM II E ESTRUTURA
EM CO-APRESENTAÇÃO COM O FESTIVAL DE ALMADA

APOIO AO ESPECTÁCULO
CANON
DeVIR/CAPa – CENTRO DE ARTES PERFORMATIVAS DO ALGARVE

We no longer lived in a world...

Create your own flag

http://www.scholastic.com/familymatters/parentguides/summer/makeflag.htm

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Neo-Esteticismo



Desde os anos 80, assistimos ao surgimento de um novo espírito do tempo “zeitgeist” que assumia uma forma palpável. É um espírito da aniquilação do tempo, com o qual se erigiu em dogma a falta de seriedade do estilo de vida e a des-realização do mundo.
Quando até o novo é simulação, o presente aparece como museu.
Este espírito do tempo também vem impregnado pelo desenraizamento, mas já não aquele desenraizamento existencial que trouxera o absurdo dos anos 40 e 50 – onde existir passou a significar: estar privado de essência e trazer no corpo a carência do ser como primeira propriedade – mas um desenraizamento que se exprime pela pressão de fazer boa figura em queda livre e manter a aparência da boa vida mesmo pressentindo o fim.


Peter Sloterdijk remisturado

quinta-feira, 9 de julho de 2009